{"id":3139,"date":"2015-02-07T15:16:52","date_gmt":"2015-02-07T18:16:52","guid":{"rendered":"http:\/\/faustojunior.com\/blog\/?p=3139"},"modified":"2026-05-30T23:39:14","modified_gmt":"2026-05-31T02:39:14","slug":"entrevista-fernanda-tourinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faustojunior.com\/blog\/entrevista-fernanda-tourinho\/","title":{"rendered":"Entrevista: Fernanda Tourinho"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fernanda Tourinho, a nova diretora da FUNCEB &#8211; Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia, foi a entrevistada da revista Muito, encarte dominical do jornal A Tarde,\u00a0em sua edi\u00e7\u00e3o n\u00ba 349, de 1 de fevereiro de 2015.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3142\" src=\"https:\/\/faustojunior.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/muito_fernandatourinho.jpg\" alt=\"muito_fernandatourinho\" width=\"128\" height=\"167\" \/><\/p>\n<p>Ela fala sobre a cena cultural baiana, a rela\u00e7\u00e3o estado &#8211; agentes culturais &#8211; iniciativa privada, al\u00e9m de criticar o desalinhamento entre as Secretarias da Fazenda, da Administra\u00e7\u00e3o e da Cultura.<\/p>\n<p><a title=\"Muito - Fernanda Tourinho\" href=\"http:\/\/faustojunior.com\/arquivos\/Muito_FernandaTourinho.pdf\" target=\"_blank\"><strong>Veja entrevista em formato PDF<\/strong><\/a> (1,4 Mb) ou em <a title=\"Muito - Fernanda Tourinho\" href=\"http:\/\/atarde.uol.com.br\/muito\/noticias\/1656979-tourinho-evento-gratuito-nao-e-garantia-de-publico\" target=\"_blank\">formato texto<\/a>.<br \/>\nReportagem: Eron rezende, Fotos: Fernando Vivas<\/p>\n<p>No dia 2 de fevereiro, a nova diretora postou uma observa\u00e7\u00e3o sobre um erro no par\u00e1grafo em que fala sobre o contingenciamento de recursos:<\/p>\n<div class=\"clearfix _5x46\" style=\"color: #141823;\">\n<div class=\"_3dp _29k\">\n<div class=\"_6a\">\n<div class=\"_6a _6b\"><a style=\"color: #3b5998;\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fernandamaria.tourinho?fref=nf\" data-hovercard=\"\/ajax\/hovercard\/user.php?id=100000497677950&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22nf%22%7D\">Fernanda Maria Tourinho<\/a><\/div>\n<div class=\"_6a _6b\">\n<div class=\"_5pcp\" style=\"color: #9197a3;\"><span class=\"fsm fwn fcg\"><a class=\"_5pcq\" style=\"color: #9197a3;\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fernandamaria.tourinho\/posts\/1059643354062244\">2 de fevereiro \u00e0s 22:28<\/a><\/span>\u00a0\u00b7<\/p>\n<div id=\"u_jsonp_4_x\" class=\"_6a _29ee _4f-9 _43_1\" data-hover=\"tooltip\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"_5pbx userContent\" style=\"color: #141823;\" data-ft=\"{&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}\">\n<blockquote>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">Dei minha primeira entrevista como diretora da Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia (Funceb) \u00e0 Revista Muito do Jornal A Tarde na segunda semana de trabalho. Agrade\u00e7o ao jornalista Eron Rezende pelo interesse. N\u00e3o deve ter sido f\u00e1cil editar quase uma hora de conversa. Pe\u00e7o licen\u00e7a, entretanto, para colocar um &#8220;n\u00e3o&#8221; que \u00e9 fundamental para que a minha frase fa\u00e7a sentido:<br \/>\n&#8220;Na minha pauta tamb\u00e9m est\u00e1 o esfor\u00e7o no di\u00e1logo entre a Secult e a Sefaz para que novos contingenciamentos N\u00c3O aconte\u00e7am.&#8221;<br \/>\nNa verdade, se eu pudesse ter escolhido a frase de destaque para o &#8220;abre aspas&#8221; seria: &#8220;O contingenciamento de recursos na pasta que tem 0,7% do or\u00e7amento do Estado \u00e9 desigual e injusto&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h5><strong>Entrevista completa publicada na <a title=\"Muito - Fernanda Tourinho\" href=\"http:\/\/atarde.uol.com.br\/muito\/noticias\/1656979-tourinho-evento-gratuito-nao-e-garantia-de-publico\" target=\"_blank\">revista Muito n\u00ba 349<\/a>:<\/strong><\/h5>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-3153 size-full\" src=\"https:\/\/faustojunior.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/muito_fernandatourinho2.jpg\" alt=\"muito_fernandatourinho2\" width=\"640\" height=\"368\" srcset=\"https:\/\/faustojunior.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/muito_fernandatourinho2.jpg 640w, https:\/\/faustojunior.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/muito_fernandatourinho2-300x172.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/p>\n<p>O gabinete de Fernanda Tourinho, 53, ainda est\u00e1 repleto de livros, agendas e pap\u00e9is que d\u00e3o conta de suas novas atribui\u00e7\u00f5es. &#8220;Permane\u00e7o no per\u00edodo de estudos&#8221;, diz ela, prestes a completar seu primeiro m\u00eas como diretora da Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia (Funceb). Ex-administradora e produtora do Bal\u00e9 Teatro Castro Alves e diretora do Teatro Jorge Amado desde a sua cria\u00e7\u00e3o, em 1997, at\u00e9 dezembro de 2014, Fernanda substituiu a curadora Nehle Franke \u00e0 frente do principal \u00f3rg\u00e3o ligado \u00e0 Secretaria de Cultura da Bahia &#8211; &#8220;uma funda\u00e7\u00e3o com import\u00e2ncia de minist\u00e9rio&#8221;, como ela alcunha. A nova diretora assume uma Funceb com pagamento de editais atrasados e uma cole\u00e7\u00e3o de cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 &#8220;interioriza\u00e7\u00e3o&#8221; das a\u00e7\u00f5es do \u00f3rg\u00e3o, acusado de minguar os recursos para a arte profissional baiana. &#8220;O processo de pensar toda a Bahia, atrav\u00e9s de sua identidade plural e complexa, \u00e9 irrevers\u00edvel&#8221;, diz. Nesta entrevista, Fernanda fala sobre os desafios de sua gest\u00e3o, as fragilidades da cena cultural baiana e a pol\u00edtica dos editais.<\/p>\n<p><strong>Como a senhora avalia a atual cena cultural na Bahia?<\/strong><br \/>\nSempre achei riqu\u00edssima. Vejo a cena com um potencial incrivelmente criativo e desbravador. Mas as pessoas que t\u00eam essa vontade s\u00e3o as mesmas que n\u00e3o encontram o respaldo financeiro &#8211; ora porque \u00e9 dif\u00edcil ter esse respaldo, ora porque\u00a0 n\u00e3o se apropriam dos instrumentos para isso. E n\u00e3o h\u00e1 nada, agora, que se possa fazer sem dinheiro. H\u00e1 20 anos, at\u00e9 dava. Mas as coisas foram ficando cada vez mais profissionalizadas. E tem artista que, ainda hoje, atua como produtor sem conhecer muito bem o papel de um produtor. A profissionaliza\u00e7\u00e3o exige dom\u00ednio de novos instrumentos.<\/p>\n<p><strong>O teatro profissional baiano \u00e9 um dos setores que mais tem criticado as \u00faltimas gest\u00f5es da Funceb. A nomea\u00e7\u00e3o da senhora, que h\u00e1 20 anos dedica-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o teatral, pode ser encarada como uma resposta a essa demanda?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o. Eu sempre me coloquei como uma pessoa que tem um di\u00e1logo grande com todos os segmentos. N\u00f3s temos um Estado muito grande, n\u00e3o d\u00e1 para\u00a0 s\u00f3 pensar no que \u00e9 feito em Salvador. Claro que o teatro que acontece na capital tem uma for\u00e7a maior e isso faz dele um segmento que n\u00e3o pode ser desprestigiado. Mas \u00e9 preciso que essas mesmas pessoas que t\u00eam criticado a Funceb venham participar da constru\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica que, ao mesmo tempo em que d\u00ea continuidade ao trabalho que foi feito nos \u00faltimos anos &#8211; de envolver todo o Estado, de ir at\u00e9 o interior -, n\u00e3o desmere\u00e7a a import\u00e2ncia do que j\u00e1 est\u00e1 consolidado.<\/p>\n<p><strong>Mas uma cr\u00edtica recorrente da classe art\u00edstica \u00e9 essa, a de que o governo do Estado \u00e9 o grande promotor de eventos.\u00a0 Hoje, o principal instrumento de financiamento da cultura baiana s\u00e3o os editais do Fundo de Cultura. N\u00e3o h\u00e1 uma excessiva depend\u00eancia, por parte de artistas e produtores locais, dos editais?<\/strong><br \/>\nEm termos, sim. Um dos pontos que n\u00e3o caminharam muito bem foi o do Estado como uma ponte entre agentes culturais e a iniciativa privada. Essa perna est\u00e1 quebrada. \u00c9 preciso que o Estado tenha uma fun\u00e7\u00e3o de fomentador, que contribua para colocar mais empresas dentro do circuito, fazendo com que, de fato, os artistas possam ter acesso a essas empresas. Na Bahia, as portas das empresas est\u00e3o fechadas. N\u00e3o foi feito um trabalho mais eficaz para que essas empresas entendam e participem da cultura.<\/p>\n<p><strong>Como promover essa inclus\u00e3o?<\/strong><br \/>\nOs editais representam um funil que deixa todos insatisfeitos, porque gera uma sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia -se voc\u00ea n\u00e3o passa num edital, voc\u00ea sabe que seu caminho ser\u00e1 ingl\u00f3rio. Ainda assim, pouco foi investido num di\u00e1logo com os empres\u00e1rios. O Estado precisa promover essa conversa. O empres\u00e1rio precisa ser chamado a esse jogo como cidad\u00e3o. O bem comum &#8211; a ideia de que \u00e9 preciso investir em desenvolvimento cultural para se viver num lugar melhor &#8211; n\u00e3o pode ser apenas algo do artista ou governo. O empres\u00e1rio tamb\u00e9m tem que entender do bem comum. Se ele s\u00f3 pensa no retorno financeiro imediato ao apoiar um produto, ele est\u00e1 sendo rasteiro.<\/p>\n<p><strong>No relat\u00f3rio da \u00faltima gest\u00e3o da Funceb, eventos gratuitos s\u00e3o apontados como fundamentais para a manuten\u00e7\u00e3o da cena cultural. Num momento em que tanto se fala da necessidade de cria\u00e7\u00e3o de um mercado, a gratuidade aos produtos culturais n\u00e3o \u00e9 um contrassenso?<\/strong><br \/>\nDepende do contexto. O Domingo no TCA \u00e9 um projeto quase gratuito que tem uma resposta maravilhosa porque h\u00e1 um trabalho para que aquilo, de fato, d\u00ea certo. Mas existem diversos projetos que, embora gratuitos, n\u00e3o atraem p\u00fablico. Achar que um ingresso gratuito vai trazer o p\u00fablico \u00e9 um pensamento que n\u00e3o \u00e9 verdadeiro.\u00a0 Dizer que as pessoas v\u00e3o querer prestigiar um evento gratuito, mas que n\u00e3o trabalhou um p\u00fablico espec\u00edfico, \u00e9 mentira. E sou contra que o Estado diga que um produtor tenha que fazer um evento de gra\u00e7a, porque existem muitas mentiras a\u00ed: o dinheiro que \u00e9 dado para a realiza\u00e7\u00e3o do evento n\u00e3o \u00e9, muitas vezes, suficiente para pagar todos os custos a ponto de se prescindir da bilheteria. O discurso de forma\u00e7\u00e3o de plateia, puro e simples, sem estar ajustado dentro da cadeia, dentro do mercado, n\u00e3o \u00e9 verdadeiro.<\/p>\n<p><strong>Quando ser\u00e1 entregue o Novo TCA?<\/strong><br \/>\nA primeira etapa ser\u00e1 entregue no final do primeiro semestre deste ano. O Novo TCA prev\u00ea uma grande requalifica\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o do complexo. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 criar um grande centro cultural. Tudo indica que isso mudar\u00e1 at\u00e9 a rela\u00e7\u00e3o do TCA com a Funceb. Acredito que o TCA ser\u00e1 tamb\u00e9m uma funda\u00e7\u00e3o. A infraestrutura de hoje n\u00e3o vai dar conta do Novo TCA; essa reforma vai demandar um olhar mais complexo da Secult e do governo\u00a0 em rela\u00e7\u00e3o ao TCA.<\/p>\n<p><strong>A Bahia tem a primeira escola de dan\u00e7a do pa\u00eds, mas n\u00e3o uma companhia reconhecida com as de S\u00e3o Paulo e Minas . Por que o Bal\u00e9 Do Teatro Castro Alves, mantido com a infaestrutura do Estado, ainda n\u00e3o conseguiu cumprir esse papel?<\/strong><br \/>\n(pausa) Eu acho que por conta dos recursos. Mesmo na \u00e9poca em que o BTCA tinha um proje\u00e7\u00e3o maior, quem levava o BTCA para apresenta\u00e7\u00f5es fora da Bahia era o pessoal que tinha grandes produtoras. O Bal\u00e9, por si s\u00f3, n\u00e3o conseguiria fazer isso. Por outro lado, a Orquestra Sinf\u00f4nica da Bahia (Osba) j\u00e1 se articulou com uma proposta para ser uma Organiza\u00e7\u00e3o Social e, assim, facilitar a capta\u00e7\u00e3o de seus recursos. Esse pode ser tamb\u00e9m um caminho para o\u00a0 BTCA. Al\u00e9m disso, a oxigena\u00e7\u00e3o dos grupos \u00e9 necess\u00e1ria. O Estado precisa de concursos. O BTCA\u00a0 n\u00e3o se renova com a frequ\u00eancia necess\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Transi\u00e7\u00f5es podem ser ruidosas ou n\u00e3o. Como a heran\u00e7a de sua antecessora, Nehle Franke, soa para a senhora?<\/strong><br \/>\nSoa como algo positivo. Alguns pontos devem ser repensados, mas os \u00faltimos quatro anos soam como uma heran\u00e7a positiva.<\/p>\n<p><strong>O que precisa ser repensado?<\/strong><br \/>\nO atraso no pagamento dos editais \u00e9 um neg\u00f3cio que mata qualquer a\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso que a Secretaria da Fazenda, da Administra\u00e7\u00e3o e da Cultura estejam mais afinadas. \u00c9 preciso que as outras secretarias entendam que a Cultura j\u00e1 sofre demais por ter o menor or\u00e7amento. O contingenciamento j\u00e1 \u00e9 constante, ent\u00e3o, quando ele chega, chega duplamente para a cultura. Se a Funceb n\u00e3o consegue organizar as suas contas, isso se torna uma bola de neve. \u00c9 preciso que o governador\u00a0 fortale\u00e7a o secret\u00e1rio Jorge (Portugal), para que o secret\u00e1rio Jorge converse, de igual para igual, com o secret\u00e1rio da fazenda (Manoel Vit\u00f3rio).<\/p>\n<p><strong>Mesmo com as pend\u00eancias de 2014, os editais deste ano est\u00e3o mantidos?<\/strong><br \/>\nOs editais est\u00e3o mantidos na pauta da Funceb. Na minha pauta, tamb\u00e9m\u00a0 est\u00e1 o esfor\u00e7o no di\u00e1logo entre a Secult e a Sefaz para que novos contingenciamentos n\u00e3o aconte\u00e7am.<\/p>\n<p><strong>Os mesmos coordenadores ser\u00e3o mantidos na nova equipe da Funceb?<\/strong><br \/>\nHaver\u00e1 algumas mudan\u00e7as. A primeira \u00e9 o novo comando do Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Artes (CFA), que agora ser\u00e1 da (soci\u00f3loga) Marle Macedo. A outra mudan\u00e7a acontecer\u00e1 na Diretoria das Artes (Dirart), que coordena as linguagens art\u00edsticas. Eu convidei Vadinha Moura (atriz e ex-diretora do Teatro Cidade do Saber) para assumir a Dirart. H\u00e1 uma mudan\u00e7a, tamb\u00e9m, no BTCA, que voltar\u00e1 a ter um diretor, Antrifo Sanches (ex-bailarino da BTCA).<\/p>\n<p><strong>Daqui a 11 dias ter\u00e1 in\u00edcio o Carnaval, um megaevento que permanece lucrativo apenas para blocos e hot\u00e9is. \u00c9 poss\u00edvel estabelecer uma aproxima\u00e7\u00e3o entre essa festa e as outras culturas da Bahia?<\/strong><br \/>\nEu vislumbro um equil\u00edbrio. Se o Carnaval \u00e9 uma grande vitrine que alimenta os blocos, ela pode ser uma vitrine que alimenta outros campos da cultura. Mas a vitrine est\u00e1 onde as pessoas est\u00e3o. Ent\u00e3o, s\u00f3 quem pode criar uma nova vitrine dentro do Carnaval s\u00e3o as pessoas. Voc\u00ea sai no Carnaval e encontra todo mundo reclamando, \u00e0s vezes saudoso, mas ningu\u00e9m prop\u00f5e. Se o artista ou produtor torce o nariz para o Carnaval &#8211; porque acha que ficou comercial demais, porque acha que isso lhes diz respeito &#8211; nada mudar\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='cow_johnson' style='padding:15px;margin-bottom:15px;float:left;margin-right:15px;width:640px;color:#666666!important;font-family:\"Segoe UI\";font-size:14px!important;line-height:16px!important;background:#FFFFFF;'><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<\/strong><span style=\"color: #222222;\"><!-- relpost-thumb-wrapper --><div class=\"relpost-thumb-wrapper\"><!-- filter-class --><div class=\"relpost-thumb-container\"><style>.relpost-block-single-image, .relpost-post-image { margin-bottom: 10px; }<\/style><h2>Leia tamb\u00e9m:<\/h2><div style=\"clear: both\"><\/div><div style=\"clear: both\"><\/div><!-- relpost-block-container --><div class=\"relpost-block-container relpost-block-column-layout\" style=\"--relposth-columns: 3;--relposth-columns_t: 2; --relposth-columns_m: 2\"><a href=\"https:\/\/faustojunior.com\/blog\/memorial-do-cinema-roque-araujo\/\"class=\"relpost-block-single\" ><div class=\"relpost-custom-block-single\"><div class=\"relpost-block-single-image rpt-lazyload\" aria-hidden=\"true\" role=\"img\" data-bg=\"https:\/\/faustojunior.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/roque-araujo-155x96.jpg\" style=\"background: transparent no-repeat scroll 0% 0%; 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